A rede de sinalização do fator de crescimento fibroblástico (FGF) desempenha um papel fundamental na tumorigénese e é reconhecida como um potencial alvo terapêutico. O FGF23 é predominantemente expresso em osteocitos ósseos e pode atuar como um fator de crescimento autócrino, parácrino e/ou endócrino no cancro. Num estudo coordenado pelo Dr. André Mansinho, os investigadores avaliaram o papel dos níveis circulantes de FGF23 no prognóstico de doentes com tumores com metástases ósseas. O oncologista do Hospital de Santa Maria explica os principais resultados da investigação na entrevista em vídeo.
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